Decidimos
ir a este Parque pela manhã, já que não sabíamos exatamente
quanto tempo levaríamos conhecendo o local. Fomos avisados que a
bilheteria do parque não trabalha com cartões de crédito, reais ou
dólares, portanto, tivemos de adquirir pesos argentinos para comprar
os ingressos (400 pesos o adulto, e 100 pesos a criança até 12
anos). Já nas lojas e lanchonetes eles trabalham com cartões (não
perguntamos, mas é possível que trabalhem com reais e dólares).
Contratamos
um transfer de Foz do Iguaçu até lá e o retorno, o que nos custou
R$ 200,00, e levou cerca de 50 minutos (não tivemos fila na
fronteira). Ah! Prepare-se, é necessário pagar um valor de 25 pesos
argentinos (por pessoa, cerca de R$ 5,00) só para entrar na cidade e
também para sair da cidade. Só não pagamos na hora de entrar
porque o fiscal não estava lá (só na volta). Aceitam reais.
Chegando
no pórtico do Parque, adquirimos os ingressos e 4 capas de chuva
(custaram no total R$ 72,00 – aceitam cartão).
Após
a entrada, caminhamos mais uns 500 metros até a primeira estação
de trem. Nesta estação central recebemos um ticket para entrar no
trem (é à gás e é bem lento). Não há formação de fila (em
nenhuma das estações), o que tornou a entrada nele algo muito
bagunçado (lei do mais forte). Durante o caminho não havia qualquer
beleza natural ou atrativo a ponto de tornar o passeio agradável.
Para chegarmos ao objetivo que era a Garganta do Diabo, precisávamos
passar por duas estações de trem e fomos obrigados a descer na
primeira estação, mesmo que não quiséssemos, o retardando ainda
mais o passeio. Chegamos a esperar cerca de 40 minutos. Pena que para
chegar à Garganta do Diabo (queda d'água) tivéssemos que passar
por isso.
Há
várias trilhas no caminho, mas nenhuma delas chega exatamente na
Garganta do Diabo, com algumas delas tendo visão periférica das
quedas de água.
Ao
chegar na última estação, você acessar uma passarela sobre o rio
até chegar ao ponto da queda d'água (você caminha uns 10min até
chegar lá). Mas vale muito a pena, pois a vista do local é
fantástica (melhor que a vista pelo lado brasileiro). Prepare-se,
pois no ponto final da queda d'água você se molha muito (bom levar
uma capa de chuva).
A
volta foi a mesma da ida, ou seja, chata. A Garganta do Diabo é um
local maravilhoso de se ver, tirar fotos e contemplar… mas chegar
até lá e voltar é bem sofrido (no mau sentido).











